IMÓVEL DE LEILÃO - UM INVESTIMENTO SÓLIDO E ALTAMENTE RENTÁVEL


Se você quer aumentar exponencialmente o seu patrimônio de forma segura, considere adquirir imóveis de leilão. Considere também o leilão se você busca um imóvel para uso próprio, mas por valor significativamente inferior ao de mercado.


Com a crise brasileira, tem sido cada vez mais comum encontrar imóveis em leilão por até 50% ou 60% abaixo do valor de mercado. Isso quer dizer que um apartamento de 450 mil reais, por exemplo, poderia ser adquirido por apenas 180 mil no leilão (além dos custos indiretos) e ser facilmente vendido a 400 mil reais.


A par dessas informações, pergunta-se: que outro investimento seguro te proporcionaria um retorno de 100% do capital aplicado em tão pouco tempo? Aliás, que investimento de risco moderado ou até mesmo alto te traria um retorno parecido?


Um excelente CDB te pagaria cerca de 110% da taxa CDI, o que representa aproximadamente 8% de retorno do capital aplicado ao ano. A comparação é brutal: 92% de diferença. Há investidores que preferem envidar seus esforços para transformar 200 mil reais em 400 mil, ao passo que a maioria prefere transformar seus 200 mil em apenas 216 mil.


Mas a aquisição de imóveis em leilão é realmente segura?


Há algumas aplicações que são consideradas conservadoras; muito seguras. A caderneta de poupança, por exemplo, geralmente é listada como uma dessas aplicações. Mas parece que as pessoas já se esqueceram do confisco promovido pelo governo Collor. Era uma aplicação segura até o momento que os poupadores tiveram seu dinheiro injustamente confiscado. Também os imóveis podem ser considerados investimentos seguros, mas não podemos descartar o risco, por exemplo, de um prédio desabar por imperícia humana ou por forças da natureza.


Todos precisam ter em mente que não existe nenhum investimento completamente isento de risco. O que o investidor precisa fazer é uma análise do custo-benefício, levando em consideração a taxa de retorno esperada e o grau de risco que está disposto a correr em cada operação.


No leilão os riscos são similares ou menores aos de uma transação direta entre particulares. Ou seja, desde que o comprador seja cauteloso, o risco será baixo. Se o vendedor ou o próprio imóvel apresentar problemas jurídicos, o comprador pode, sim, vir a ter problemas. Justamente para evitar essas situações, recomenda-se que qualquer transação imobiliária, seja ela realizada ou não em leilão, conte sempre com o acompanhamento de um advogado especialista.


Além disso, em muitos casos o leilão pode oferecer até mais segurança jurídica para o comprador do que a compra e venda direta feita entre particulares, conforme previsão legal do parágrafo único do art. 130 do Código Tributário Nacional ou, ainda, do parágrafo primeiro do art. 908 do Novo Código de Processo Civil.


Vale destacar que os imóveis ocupados criam vantagens e desvantagens em relação aos desocupados. O imóvel ocupado tende a gerar menor concorrência entre os interessados. Essa menor concorrência mantém o preço mais baixo e pode privilegiar você na disputa. Nesse caso, se for necessário, bastaria ao comprador pedir a sua imissão na posse. A desvantagem do imóvel ocupado se evidencia principalmente com a aquisição às cegas. Nesse caso, a aquisição deve ser feita levando-se em consideração eventual laudo de avaliação do imóvel elaborado por perito e o comprador deve providenciar pesquisas de mercado, especialmente para a constatação do valor do metro quadrado.


Logo, é correto afirmar que a aquisição de imóveis em leilão pode ser uma atividade muito rentável e segura, desde que acompanhada de perto por um advogado especialista da sua confiança.


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